Um dos mais importantes produtores de cinema do Brasil, tem em seu currículo mais de cinco mil comerciais. Deu início à sua carreira aos 18 anos, no Cinema Novo, trabalhando com Luiz Carlos Barreto e, aos 22, já tinha sua própria produtora de filmes publicitários.
Trabalhou no longa “A Vingança dos Doze” (http://epipoca.uol.com.br/filmes_detalhes.php?idf=18807), dirigido por Marcos Faria, ao lado do produtor executivo Leon Hirszman. Em 1971, ao lado de Leon e também de Lívio Bruni e Marcos Farias, produz o longa-metragem “Faustão” (http://epipoca.uol.com.br/filmes_detalhes.php?idf=18808), dirigido por Eduardo Coutinho. Passa então a produzir comerciais na Lynx Film, maior produtora do Brasil na época e palco de acontecimentos que marcaram o cinema e a publicidade nacional. Funda a produtora 2P, no Rio, e depois a Movie&Art, em parceria com Izaias Almada, Olivier Perroy e Luiz Eduardo Campelo, único sócio ainda hoje.
Além da extensa experiência com comerciais, documentários, vídeos institucionais e curtas-metragens, produziu e co-produziu filmes de representativas fases do cinema nacional. Entre 1984 e 1985, na distensão militar, co-produz “Sonho Sem Fim” , de Lauro Escorel Filho, “Nunca Fomos Tão Felizes”, de Murilo Salles, e “Evangelho Segundo Teotônio” , de Vladimir Carvalho. Em 1995, é co-produtor de “Terra Estrangeira”, de Walter Salles e Daniela Thomas, que marca a volta do cinema brasileiro após um período de vacas-magras resultante do Plano Collor. Em uma fase mais recente, assume filmes de grande espera nas salas de cinema: “Noel, O Poeta da Vila” de Ricardo van Steen, "Caixa 2", e “Última Parada 174” , ambos de Bruno Barreto.